domingo, 8 de fevereiro de 2009

Nacional-Trabalhismo

O projeto de Vargas uma vez no poder impinge de maneira mais consistente uma ideologia nacionalista a sua base castilhista. É essa tônica que moldará todo seu governo.

Vargas centraliza o poder nas mãos da União, nacionalizando as riquezas de nosso subsolo, drenando-as para inserir o Brasil na éra da Industrial, com uma política de substituição de importação, dando relevância aos produtos feitos pelas indústrias nacionais, aonde o papel do estado mais uma vez se viu presente, injetando capital para que nossos industriais, ampliassem seus empreendimentos legitimamente nacionais.
Vargas persegue a paz social a união, a conciliando o capital e o trabalho, é quando afirma que: "O capital e o trabalho não são adversários, e sim forças que devem se unir para o bem comum", usando do aparato estatal, como fecho necessário para promover o intercâmbio entre eles, e colocando-os em sua plataforma de governo, como forma de amenizar as tensões sociais de ambos os lados e equilibrá-los.
Com o fim do estado novo, Vargas usa de sua vertente ideológica, cria um novo partido, mantendo as mesmas características de promover o intercâmbio das classes, fundando em 1945, o Partido Trabalhista Brasileiro, como instrumento democrático de dar continuísmo ao projeto do Nacional-Trabalhismo, sob a influência do Doutrinador do Trabalhismo Brasileiro, o gaúcho Alberto Pasqualini.
O Nacional-Trabalhismo abrange aspectos tanto sócio-político quanto na área econômica, com a finalidade de promover a justiça social, fazendo do Brasil, um país Soberano, uma pátria promissora para o futuro das próximas gerações.
Cabe a nós, idealizarmos estre projeto de Nacional-Trabalhismo, e fazer do Brasil, um país independente de qualquer tipo de submissão dos agiotas estrangeiros.
Salve o Nacional-Trabalhismo!

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