sexta-feira, 11 de maio de 2018

As Forças Internas na Rússia na Dissolução da URSS aos Dias Atuais

"Não existe um ex-KGB" 
Vladmir Putin

Em 1984, o ex-major da KGB Anatoliy Golitsyn publicou seu livro: New Lies for Old, alegando que num futuro próximo o Partido Comunista da União Soviética, trabalhando em colaboração com os partidos irmãos em todo o mundo, fingiria sua própria dissolução por três propósitos principais:
1) enganar os governos ocidentais quanto ao objetivo de longo alcance do comunismo de derrubar os estados "burgueses", 
2) atrair capital ocidental para revitalizar a economia empedrada da União Soviética e; 
3) remover qualquer justificativa para as forças armadas anti-soviéticas da Organização do Tratado do Atlântico Norte. 
No que pese o teor anti-comunista e alguns exageros da obra, com fins claramente propagandísticos, os fatos que se desenrolaram confirmam o essencial, a URSS iria se dissolver.

Cinco anos depois, o partido comunista na Polônia convidou não-comunistas para o governo e, em 1990, o partido comunista na Alemanha Oriental "capitulou" unindo-se à Alemanha Ocidental. O fim do Bloco Soviético havia começado. Suas previsões se confirmaram, em março de 1989, com a queda do muro de Berlin e o fim da URSS.

O fim da URSS segue o mesmo intento do Consenso de Washington para a América Latina, de privatizações das empresas nacionais pela oligarquia sionista. Sem nos alongarmos em detalhes, o leitor poderá facilmente constatar que os principais compradores das estatais na América Latina foram sionistas ou laranjas ligados a eles. Na Rússia o quadro não foi diferente, quase todos os burocratas de relevo e membros do partido comunista eram sionistas, e foram eles que deram o golpe que veio a por fim na URSS, como meio de se apropriarem das empresas públicas do país. Tal como na Alemanha Oriental, razão da sua reunificação, para que assim os oligarcas da Alemanha Ocidental pudessem se apropriar das empresas públicas orientais. 

Isso é facilmente constatável ao verificar os oligarcas da Rússia que subiram ao poder após 1991, usando empréstimos do banco central russo para comprar enormes partes da riqueza real do país, e que permanecem (com algumas exceções notáveis) no poder até hoje.

De acordo com um relatório do site bancário russo slow.ru, dar a 48 judeus da lista de homens mais ricos da Rússia, um patrimônio líquido combinado de US $ 132,9 bilhões, mesmo os judeus respondendo por apenas 0,5% da população russa. Toda a riqueza dos bilionários russos é inferior a 300 bilhões.

Entre os 48 judeus que fizeram parte da lista, 42 são Ashkenazi e juntos têm um patrimônio líquido de US $ 122,3 bilhões; o patrimônio líquido médio de cada bilionário Ashkenazi é de US $ 2,9 bilhões. O Ashkenazi mais rico é Mikhail Fridman, que tem um patrimônio líquido de US $ 17,6 bilhões e é o segundo homem mais rico de Russa. Os bilionários Ashkenazi incluem Viktor Vekselberg (patrimônio líquido de US $ 17,2 bilhões), Leonid Michelson (patrimônio líquido de US $ 15,6 bilhões), German Khan (patrimônio líquido de US $ 11,3 bilhões), Mikhail Prokhorov (patrimônio líquido de US $ 10,9 bilhões) e Roman Abramovich (patrimônio líquido). US $ 9,1 bilhões).

O jornalista Nikolai Svanidze, membro da Câmara Pública da Rússia, consultor do gabinete do presidente Vladimir Putin, disse em resposta que a lista é um "relatório nazista" e que as etnias dos membros mais ricos da sociedade russa não deveriam ser publicadas, por estar "sujeito a causar problemas". 


Abramovick, O Homem Forte por Trás de Putin:

Abramovich é o homem forte por trás de Putin. Foi ele a primeira pessoa que recomendou Boris Yeltsin a escolher Putin como seu sucessor. Quando Putin formou seu primeiro gabinete de primeiro-ministro em 1999, o judeu Abramovich foi quem primeiro realizou “entrevistas pessoais” com cada um dos candidatos antes de serem aprovados. Depois disso, Abramovich continuou sendo um dos aliados mais próximos de Putin.

Putin e Abramovich
Em 2007, Putin perguntou a ele, quem seria eleito o novo presidente - Dmitry Medvedev foi então pessoalmente recomendado por Abramovich. 

Nomeação de Putin e Medvedev na Federação
Chris Hutchins, que escreveu as biografias de Abramovich: “O Bilionário de Desconhecido e Putin, Uma Biografia”, descreve o relacionamento de Putin com Abramovich como “entre um pai e seu filho favorito”.

Roman Abramoviché, destaque na enciclopédia Russa "Russiapedia", diz, entre outras coisas, que Abramovich é presidente da Federação de Organizações Judaicas na Rússia (aliada do governo Putin) e também doa dinheiro para o movimento Judaico Chabad - Lubavitch.

Putin foi colocado no poder pela Federação das Organizações Judaicas na Rússia. O presidente dessa organização, Abramovich, declarou em uma entrevista em 2005 que Putin poderia obter a cidadania israelense se quisesse como judeu étnico. E que a mãe dele era judia Shelomova. Isso faz com que Putin seja judeu completo pela lei judaica.

Algo condenatório no primeiro acréscimo do livro de Putin: "Primeira Pessoa: Um Surpreendente Auto-retrato Franco do Presidente da Rússia". Afirma que o nome de solteira de sua mãe era Shalomovitch, que é um sobrenome judeu. Mas isso é alterado para Shelomova na segunda edição, uma tentativa de encobrir isso.

Outros fatos que confluem para esse domínio sionista no governo da Rússia é:

Rothschild, um dos maiores financiadores da instauração da União Soviética tem Abramovich como uma de suas lideranças.

O governo de Putin e Chubais são co-proprietários da RUSNANO.

Em 2012, a Rothschild Capital Partners comprou uma participação de 37% no grupo de gestão de ativos e consultoria de patrimônio do Rockefeller.

Na 1ª ed. da biografia de Putin, o nome de sua mãe aparece
Shalamovitch, nome judaico. Na 2ª ed. seu nome aparece
como "Shelomova", Acobertamento?   
Rothschild administra a Glencore e o governo de Putin uniu forças para criar a maior empresa de alumínio do mundo, a RUSAL.

A Assessoria Financeira Global da Rothschild está localizada no centro de Moscou e seu site oferece “acesso político de alto nível” ao governo russo.

Deripaska é o CEO da RUSAL.

Abramovich é o confidente próximo de Putin e um acionista conjunto, juntamente com o governo russo, em ativos como a Gazprom, a Aeroflot e a Rusal.

Putin escolheu o amigo próximo Oleg Deripaska para representar a Rússia no ABAC (APEC Business AdvisoryCouncil). Deripaska também é um amigo próximo e parceiros de negócios da RUSAL com Roman Abramovich.

A família Rothschild é acionista majoritária da Rio Tinto. A Rusal e a Rio Tinto estão envolvidas em operações conjuntas de mineração, apesar das chamadas “sanções” impostas pelo Ocidente.

A família Rothschild é acionista majoritária da Rio Tinto. A Rusal e a Rio Tinto estão envolvidas em operações conjuntas de mineração, apesar das chamadas “sanções” impostas pelo Ocidente.

Nat Rothschild é um colega investidor da RUSAL e melhor amigo de Roman Abramovich. Nat também é amigo íntimo e parceiros de negócios da RUSAL com Oleg Deripaska.

Todos os fatos acima são públicos e facilmente verificáveis para quem tiver maior curiosidade. E escancaram a influência sionista sob o governo da Rússia.

As Relações entre Putin e Israel

Israel e a URSS, sempre mantiveram relações amistosas e mesmo com a URSS apoiando explicitamente. Durante o governo Putin, a imprensa israelense, ignorando as hostilidades entre Rússia e EUA, mantiveram sempre uma boa cordialidade. Durante uma coletiva de imprensa em 04 de março de 2014, Putin chamou os manifestantes anti-Yanukovych de "forças reacionárias, nacionalistas e anti-semitas", a maioria dos meios de comunicação de Israel usou contra os manifestantes Euromaidan as mesmas definições. Embora, paradoxalmente, fossem financiadas por Israel. Note a estratégia Israelense, de negar perante a opinião pública o apoio a grupos de desestabilização, ao mesmo tempo que os utilizam para macular movimentos Nacional Socialistas. A mesma estratégia que se utilizaram quando da criação do ISIS (ou DAESH). Financiaram, e apoiaram diretamente ações militares junto ao ISIS, enquanto midiaticamente condenavam. Putin conhece bem essas estrategias e se utilizou delas para desqualificar o movimento nacionalista ucraniano os taxando de anti-semitas e se utilizando do álibi para justificar a anexação da Criméia, em 2014, pela Rússia.

Sob Putin, a Federação Judaica da Russia com hassídico, tornou-se cada vez mais influente dentro da comunidade judaica, em parte devido à influência dos empresários de apoio da Federação mediados através das suas alianças com Putin, nomeadamente Lev Leviev e Roman Abramovich. De acordo com a JTA, Putin é popular entre a comunidade judaica russa, que o vê como uma força para a estabilidade. O Rabino-chefe da Rússia, Berel Lazar, disse, a Rússia tem em Vladimir Putin seu “maior líder pró-judaico”, a quem ele credita “combater o anti-semitismo de forma mais vigorosa do que qualquer líder russo antes dele.”

Gorin, um rabino de Chabad e presidente do Centro de Tolerância e Museu Judaico de US $ 50 milhões de Moscou, credita pessoalmente Putin por prover fundos estatais para a instituição, que abriu em 2012. Putin também doou o salário de um mês para o museu.

“Putin facilitou a abertura de sinagogas e centros comunitários judaicos em toda a Rússia, a pedido da comunidade judaica. Isso teve um efeito profundo na vida judaica, especialmente fora de Moscou ”, disse Gorin. “Ele instituiu reuniões anuais com líderes da comunidade judaica e participa de eventos comunitários. Sua amizade com a comunidade judaica deu-lhe muito prestígio e deu o tom aos líderes locais ”.

ZviGitelman, professor de estudos judaicos da Universidade de Michigan que estuda a relação entre etnia e política na antiga União Soviética, disse que "Chabad, com a ajuda de Putin, é agora a expressão religiosa dominante do judaísmo em uma população não-religiosa.", Disse Gitelman.

Mas o relacionamento de Lazar e Putin parece ir mais fundo do que a conveniência política. Em 2012, Lazar liderou o líder russo em uma visita ao Muro das Lamentações de Jerusalém. Além de ter condecorado Lazar como membro da prestigiada Ordem da Pátria, a mais alta decoração civil do país, raramente conferida a pessoas que não nasceram na Rússia. (Lazar tornou-se cidadão russo em 2000.)

Os Desdobramentos Resultantes das Forças Sionistas na Rússia e no Mundo.

A influência sionista na Rússia não significa alinhamento completo e total com as demais existentes no mundo, como a presente nos EUA e na Inglaterra, dentre outros. Concomitante a uma colaboração operada de forma oculta, há interesses contrários, de disputa de influência, entre os grupos e projetos políticos, mais ou menos divergentes. 

A Rússia como se viu recentemente, mesmo sofrendo embargos comerciais dos EUA, paradoxalmente, votou pelas sanções contra a Coreia do Norte. Claramente visando evitar a proliferação nuclear. Também seus braços políticos costumam apoiar políticas liberalizantes em países do Terceiro Mundo, seguindo a mesma estratégia dos EUA, de abrir mercado para empresas russas e cooptar agentes dentro dos países de seu interesse via maçonaria russa, tal qual como faz os EUA.

Putin claramente persegue uma política de fortalecimento de seu grupo euro-asiático, ao passo que enfrenta uma oposição interna de grupos mais tendentes a um alinhamento com o eixo atlântico (EUA-Europa Ocidental) oque implica em um grupo (opositores a Putin) de tendencia mais liberal a se prestarem, como os da América Latina, a representantes comerciais e políticos internos do império anglo-sionista. Contudo, ambas as facções, são representantes de um único senhor. 


Baseado em artigo 
de A.K. Wagner
Artigos correlatos:

01. A Política Externa Brasileira por Darc Costa
02. "Não Permitiremos um Novo Japão ao Sul do Equador".
03. Território Antártico Brasileiro.
04. Raposo Serra do Sol, A Integridade da Pátria Ameaçada.
05. A Descoberta da Antártica pela Coroa Portuguesa
06. BRASILIE REGIO, BRASILIA INFERIOR, BRASILIA AVSTRALIS – Os Nomes do Continente Antártico nos Mapas Antigos.

Um comentário:

  1. Putin nunca me enganiu, não passa de teatro, navegando pela internet achei esse artigo, precisa ser divulgado e estudado.

    https://www.kerrybolton.com/the-alliance-between-china-and-zionism/

    Apesar de non dominar o inglês, deu pra entender algumas coisas

    ResponderExcluir