quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O Atual Fenômeno da Imigração Mulçumana

Em uma entrevista do imam de uma mesquita da cidade de Colonia na Aleamnha, Sami Abu-Yusuf para o canal russo REN TV, sobre os acontecimentos em Colonia, envolvendo imigrantes islâmicos em casos de estupros e assédios sexuais. O imam disse que: “Os eventos da véspera de Ano Novo foram culpa das próprias mulheres, pois elas estavam seminuas e usando perfume. Não é surpresa que os homens quiseram atacá-las. [Se vestir desta forma] é como jogar lenha na fogueira”.

O tom da reportagem é revelador, O repórter diz que estava se tornando difícil dizer se a Alemanha pertence aos alemães ou aos muçulmanos. Disse ainda que os casos de assédio sexual não passaram de um presságio de algo muito maior, que está por vir.

A reportagem ao entrevistar um policial menciona ainda que os imigrantes não vão para a Alemanha em busca de uma vida melhor; eles vêm em grupos com o objetivo de se incorporar ao crime organizado.



Esse fenômeno imigratório não nos é tão distante. Em meados da década de 60, quando eclodiu os movimentos comunistas em Angola, Moçambique, Congo e em menor intensidade em outros locais da África. Uma estratégia que a CIA lançou mão, foi a difusão do islamismo na África Austral, com fito de barrar o avanço comunista. A mencionar também que quem fomentou os surgimento de grupos radicais islâmicos, inexistentes até antes da II Guerra, foi a própria CIA.

Embora se sustente que a imensa maioria dos mulçumanos são pacíficos. O caso é que a estrutura e a pluralidade dessas seitas, tornam as comunidades mulçumanas terreno fértil para o fanatismo político quando convenientemente manobrado para esse fim. Sem uma estrutura central que coiba o aliciamento por grupos externos, ao mesmo tempo que gozam de ampla autonomia sem qualquer vinculo com o país ou uma entidade central vinculada a um país, os membros e seus líderes religiosos, tornam-se facilmente cooptáveis por agencias estrangeiras quando interessadas em desestabilizar o país.

São fartos os casos no mundo árabe, bem como nos países em que houve o estabelecimento de comunidades mulçumanas. A Albania comunista, empreendeu uma guerra sem tréguas aos mulçumanos lá presentes, tão nocivos foram, motivo de constante agitação na vida nacional. Como na França, que de longa data tem uma numerosa comunidade mulçumana vivendo uma vida a parte do corpo nacional. A Rússia com os mulçumanos do cáucaso.... e por assim, incapazes de se integrarem a vida nacional.

A desestabilização dos países árabes e a imigração artificial, fomentada por organismo vinculados a agencias de inteligencia, visam claramente plantar células nos países de destino. Ligando esses grupos ao tráfico de drogas e diversas outras atividades ilícitas podendo fazer uso delas quando lhe convir para desestabilizar governos. E mesmo passar a ter peso político, em países que enventualmente tenham ou venham a ter uma comunidade mulçumana numerosa. Caso tanto da França como da Alemanha (lembrar que o maior contingente imigratório da Alemanha é turco).

No Brasil é especialmente preocupante o crescente, e já estabelecida, comunidade mulçumana em Foz do Iguaçu-PR, local estratégico e de intensa atividades ilícitas. E com atuação, já publicitada pela própria ABIN, da CIA na região. Mais uma vez deve ficar claro que embora os EUA digam combater grupos extremistas, são na verdade eles, seus principais financiadores, caso patente do ISIS.

Assim temos a infiltração de elementos desestabilizadores, ligados a agencias estrangeiras, ao mesmo tempo que esses grupos, apesar de viverem uma vida a parte, passam a influenciar politicamente o país em que estão estabelecidos e em um ambiente alheio, florescem como sementes do mal.

Um comentário:

  1. eu não entendo porque deixam eles construirem mesquitas, alguém pode constrir um templo cristão no oriente médio?

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