A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou dia 10 de março a inscrição do nome do ex-presidente Getúlio Vargas no Livro dos Heróis da Pátria, que está depositado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília.
O relator da proposta, Pedro Simon não poupou elogios: "Vargas foi um grande estadista e um dos nomes mais fantásticos de nossa história".
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quarta-feira, 18 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Nacionalismo????
Nota-se, constantemente, nos debates que se travam na internet e até mesmo no cara-a-cara, uma grande confusão a respeito deste conceito. A maioria das pessoas possuem uma visão maniqueísta a respeito do nacionalismo, associando-o ao totalitarismo e ao fascismo. Tudo fruto das manipulações das classes dominantes. Segundo elas, é impossível a coexistência do nacionalismo com o humanismo, pois o nacionalismo se volta para o Estado, enquanto o humanismo, para o homem.
Mas, para quem compartilha da visão do Nacional- trabalhismo, esse tipo de proposição chega a soar até como contraditório. A nacionalidade, que é um direito humano, é um dos postulados que orienta a nossa luta. Não colocamos, pois, o Estado, acima do homem. JAMAIS!! Mas acreditamos no Estado, como um aparelho institucional que representa o ápice da capacidade organizativa do ser humano.
Mesmo assim, não negamos que ele pode ser um instrumento de classes, como o é nossa República Federativa brasileira. Mas acreditamos que é possível um outro modelo de estado, que inclua a participação popular, o exercício da cidadania e uma outra correlação de forças.
O nacionalismo é uma arma no mundo capitalista! E por isso mesmo eles o demonizam, anacronizando-o e tornando-o um conceito sectário, antagônico aos direitos humanos. Se formos buscar na história , veremos que toda proposta revolucionária que partiu dos nacionalistas trabalhistas estava com sustentáculo nos direitos humanos. Getúlio criou todos os direitos sociais, Jango, buscou efetivá-los com suas reformas de base e Brizola, pautou todo o seu discurso na necessiadade de uma politica de salvação humana!
Por outor lado, além-mar, Gandi lutou pela descolonização da Índia, pelo direito à nacionalidade indiana, à existência de um Estado indiano, propondo até a desobediência civil. Isso mostra como essa visão maquineísta é simplória. A revolução indiana fez com que se coexistissem nacionalismo e anarquismo. Utilizou-se do anarquismo, não do vandalismo (outra confusão do senso comum) como arma do nacionalismo. Portanto, vemos que não há incompatibilidade nehuma entre Nacionalismo e humanismo.
Aliás, em um mundo capitalista como o de hoje, o nacionalismo é uma arma indispensável para a restauração da ordem politica e social, sem o qual nehum processo progressista se concretizará.
Mas, para quem compartilha da visão do Nacional- trabalhismo, esse tipo de proposição chega a soar até como contraditório. A nacionalidade, que é um direito humano, é um dos postulados que orienta a nossa luta. Não colocamos, pois, o Estado, acima do homem. JAMAIS!! Mas acreditamos no Estado, como um aparelho institucional que representa o ápice da capacidade organizativa do ser humano.
Mesmo assim, não negamos que ele pode ser um instrumento de classes, como o é nossa República Federativa brasileira. Mas acreditamos que é possível um outro modelo de estado, que inclua a participação popular, o exercício da cidadania e uma outra correlação de forças.
O nacionalismo é uma arma no mundo capitalista! E por isso mesmo eles o demonizam, anacronizando-o e tornando-o um conceito sectário, antagônico aos direitos humanos. Se formos buscar na história , veremos que toda proposta revolucionária que partiu dos nacionalistas trabalhistas estava com sustentáculo nos direitos humanos. Getúlio criou todos os direitos sociais, Jango, buscou efetivá-los com suas reformas de base e Brizola, pautou todo o seu discurso na necessiadade de uma politica de salvação humana!
Por outor lado, além-mar, Gandi lutou pela descolonização da Índia, pelo direito à nacionalidade indiana, à existência de um Estado indiano, propondo até a desobediência civil. Isso mostra como essa visão maquineísta é simplória. A revolução indiana fez com que se coexistissem nacionalismo e anarquismo. Utilizou-se do anarquismo, não do vandalismo (outra confusão do senso comum) como arma do nacionalismo. Portanto, vemos que não há incompatibilidade nehuma entre Nacionalismo e humanismo.
Aliás, em um mundo capitalista como o de hoje, o nacionalismo é uma arma indispensável para a restauração da ordem politica e social, sem o qual nehum processo progressista se concretizará.
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