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domingo, 11 de agosto de 2019

Greta Thunberg e Izabella Nilsson Jarvand



Nessa foto figuram duas meninas suecas; a da esquerda chama-se Greta Thunberg, tem 16 anos e sofre de "Síndrome de Asperger", uma perturbação do espectro autista com implicações ao nível do desenvolvimento. Esta menina tornou-se, entretanto, famosa porque tem vindo a ser utilizada de forma abusiva pela ONU e nomeadamente pelo seu secretário-geral - António Guterres - para divulgar e promover a agenda globalista. 

Já a menina da direita chama-se Izabella Nilsson Jarvand, tem 15 anos e é uma jovem ativista que vem se manifestando publicamente e de megafone em punho, junto a edifícios públicos suecos, em apoio às políticas de defesa da família e protestando precisamente contra o "Globalismo", contra a imigração ilegal e descontrolada, contra a "Ideologia de Género" e a doutrinação LGBT e contra as correntes políticas e ideológicas que estão destruindo o seu país e a civilização ocidental. 

Ou seja: ambas as adolescentes são suecas, as duas defendem publicamente as suas convicções, mas apenas a da esquerda - a Greta - é apoiada, acarinhada e mundialmente conhecida, ao passo que a da direita - a Izabella - permanece praticamente desconhecida, é completamente ignorada pelos meios de comunicação social e nunca foi chamada aos grandes palcos políticos para dizer sua posição! 

Resumindo e concluindo: Greta serve a agenda liberal, apoiada pelo "establishment" e Izabella representa a oposição a esses mesmos propósitos, é a nossa voz, a voz do povo cerceada . 

Eu descobri a Izabella e vim aqui dizer-lhes que ela existe, que ela é corajosa, lutadora e determinada e que por tudo isso merece nossa atenção, o nosso carinho e o nosso apoio. Assim sendo, vão lá ao buscador (recomendamos o duckduckgo), cliquem e compartilhem sua mensagem, nossa voz!


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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Os Valores Clássicos Nas Personagens Femininas do Filme Tropas Estrelares.

Robert A. Heinlein, foi um autor de ficção científica da década de 50, que  em 1959 escreveu Starship Troopers. Obra na qual foi baseado o filme Tropas Estrelares (1997). O filme é uma caricatura de uma cultura militarista/espartana direcionado ao público adolescente. Razão pela qual, não se deve esperar maior qualidade da obra. Mas que por resquício, acaba mostrando alguns valores espartanos.

A versão cinematográfica fica aquém da obra literária de Robert A. Heinlein. Heinlein entra com muito mais profundidade e discussão no mundo fictício, sobre política e filosofia. O livro é muitas vezes mais ousado do que o filme examinando mais cuidadosamente os conceitos dos valores potenciais do militarismo (em vez de apenas difama-lo). Toca a superfície, mas não mergulha verdadeiramente nos valores clássicos. 

Ilustrativamente, em uma cena, o personagem "Rico" é punido administrativamente com 10 chicotadas em público perante seus camaradas (tal como sucedia em Esparta), por ter agido com negligencia, ao permitir que um de seus comandados em um campo de treinamento, retira-se o capacete, tendo sido alvejado e morto. Oque também põe em relevo que os superiores são responsáveis pelo bem estar de seus comandados. O inato espírito de camaradagem que deve existir em qualquer agrupamento humano, sendo um responsável pelos outros mutuamente.



Um dos pontos suscitados em sua obra, e posto com maior relevo no filme é o papel de gênero. As personagens femininas são dotadas de valores superiores, próprias de uma sociedade espartana, céltica, se equiparando aos homens, mesmo superando os débeis.  No início do filme, é apresentado um pelotão composto indistintamente por mulheres e homens

Na obra ficcional, só se atinge a cidadania plena, com o serviço militar, tal como era em Esparta.  As regras oficiais são apresentadas pelo Sargento Ho no momento do recrutamento do personagem "Rico":
"- Mas se você quer servir e eu não posso falar com você sobre isso, então nós temos que levá-lo, porque esse é o seu direito constitucional.
- Ele diz que todos, homem ou mulher, deve ter o seu direito de pagar com seu serviço e assumir a plena cidadania."
Além disso, uma das principais personagens (Carmem), disputa o posto de capitão da tropa, e disputa em igualdade e até com mais valor outros pretendentes. A cena do vestuário evidencia bem essa igualdade de gênero, bem como a mentalidade naturalista do espírito clássico, não havendo nenhuma separação entre homens e mulheres no vestiário.


No livro, como por reflexo no filme, não existe nenhum impedimento as mulheres. Podendo assumirem indistintamente qualquer posto, desde que sejam qualificadas. É o apreço a meritocracia como valor mais alto.

Na obra ficcional, as mulheres servem mais na marinha, como capitães de naves Troop ( ex Yvette Deladrier comandando "Roger Young"). As mulheres estão concentradas mais na Marinha, especialmente como pilotos, devido ao tamanho menor, melhor tolerância para altas Gs e reflexos mais rápidos. A maioria dos pilotos e capitães de naves eram mulheres por essas razões.

Outra cena que evidencia esses valores, é quando o Capitão Jorgensen tutor de "Rico" em matemática, durante sua visita oficial. Vendo que as notas de Carmem eram muito melhores do que a de Rico não esboça qualquer hesitação em coloca-la no comando de uma nave estelar, em detrimento de Rico. Mais uma vez, vemos triunfar a meritocracia e a ausência de corporativismo. Posto que meritocracia e o corporativismo são incompatíveis.

Em suma, o filme Tropas Estrelares, desde que sob um olhar crítico, é um filme a ser assistido, de modo a se observar esses valores clássicos, ainda que por reflexo. A se notar que na obra, as mulheres portam esses valores, algo completamente ausente na atual psiquê feminina e mesmo masculina. E são sob esses valores, que a tornam capazes com justo mérito e orgulho, ascender a posições mais altas. 


Ver também:

1. Mulher Cidadã.
2.Getúlio Não Tomou Parte na Deportação da Olga.
3. A CIA Como Promotora do Feminismo No Pós Guerra.
4. Educação e Formação da Mulher Castilhista
5. CASTILHISMO, Uma filosofia Estóica.
O Castilhismo como Herdeiro dos Valores Clássicos:
http://ressurreicaonacionalista.blogspot.com.br/2016/03/o-castilhismo-como-herdeiro-dos-valores.html

Uma Grécia nas Ribeiras do Atlântico Sul.
http://ressurreicaonacionalista.blogspot.com/2009/08/uma-grecia-nas-ribeiras-do-atlantico.html

Por um Novo Século de Péricles.
http://ressurreicaonacionalista.blogspot.com/2009/08/por-um-novo-seculo-de-pericles.html

Uma Esparta ao Sul do Brasil
http://ressurreicaonacionalista.blogspot.com.br/2016/03/castilhismo-um-estado-espartano-ao-sul.html




domingo, 24 de janeiro de 2016

Getúlio Vargas e A Mulher Cidadã

A 24 de fevereiro de 1932, Getúlio Vargas, concedeu o Direito de voto às mulheres.

Carlota Pereira Queiroz
Podendo votar e ser votada,  a mulher brasileira passou a ser reconhecida como cidadã, integrada ao processo político, econômico, social e cultural do país. O direito ao voto às mulheres foi instituído pelo novo Código Eleitoral, promulgado por Getúlio através do decreto 21.076. Em 1933, pela primeira vez, as mulheres votaram e foram votadas para a Assembléia Nacional Constituinte. Entre os 214 deputados eleitos, uma única mulher: Carlota Queiroz. 

Em 17 de maio de 1932, Getúlio regulamentou o trabalho feminino. As mulheres passaram a ter acesso ao mercado de trabalho em igualdade com os homens. Foi estabelecido o princípio de salário igual para trabalho igual, a jornada de trabalho de oito horas e a licença-maternidade de dois meses.

Getúlio proporcionou às mulheres o acesso a diversos setores da sociedade e rompeu com uma série de preconceitos, como o ingresso no ensino básico e universitário e cargos públicos através de concursos.

O estadista foi o maior defensor do feminismo no Brasil, como comprova o seguinte episódio em que tomou parte a filha, Alzira Vargas: quando Alzira levou à presença de seu pai uma jovem que pleiteava ingresso em cargo público, até então reservado só para homens, sem a menor surpresa, ouviu de Getúlio: "A mulher de hoje precisa falar inglês, saber datilografia e guiar automóvel. A senhora já sabe?"

Getúlio recepciona as representantes do Fundo para Federação Brasileira para o Progresso Feminino.